Sábado, 26 de Fevereiro de 2005

A importância da depressão no tratamento da Hepatite C

Mais um artigo que nos foi enviado pelo Grupo Otimismo ( Brasil ). Trata-se, a meu ver, de um importante alerta não só para os pacientes que irão entrar ou que estão em em tratamento, como também para os médicos que prescrevem a terapia. Para ler o artigo, basta clicar no link abaixo:


http://www.valneto.com/hepatitecinfo15.htm


Val Neto


e-mail: hepatitec@netcabo.pt


 

publicado por ValNeto às 21:04

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2 comentários:
De Anónimo a 5 de Março de 2005 às 20:43
Tem razao Carlao. Ha estudos que comprovam uma melhor resposta terapeutica em pacientes que se submeteram ao tratamento multidisciplinar. Para alem de um maior nº de casos de cura essa modalidade acaba por ser menos penosa para o paciente.

Um grande abraço
Val Neto
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De Anónimo a 4 de Março de 2005 às 22:54
Boa noite, sobre este assunto da depressão antes e durante o tratamento por experiência própria tenho a noção exacta da necessidade de um grupo multidisciplinar.
Porque temos uma grande variedade de pacientes que vão daqueles que são positivos ao vírus e lutam para o combater até aqueles que estão co-infectados como por exemplo HIV passando por outros em que já existe cirrose.
Por isso meus caros cada caso é um caso, pois como felizmente sabemos há até pacientes que dadas várias condições em que se encontram como o ambiente familiar, laboral, financeiro etc.. e sobretudo físico não passam por esta situação de uma forma tão violenta.
Infelizmente para mim a situação é bem pesada pois quando me foi detectada a hepatite também já tinha cirrose e o tratamento nem foi concluído, pois vários factores não o permitiram entre eles a falta de ânimo, auxílio e compreensão que na minha opinião e dando razão ao Val esta falta de fé pode quiçá também ter interferido com as físicas.
Dai que eu pense que para a maioria dos infectados é absolutamente necessário serem acompanhados por equipas especializadas sendo estas multidisciplinares e que acompanhem os pacientes de forma humana e diferenciada mediante as necessidades dos mesmos.
Para além destas medidas médicas para mim fundamentais, existe também a carência de um grupo ou associação (que felizmente já existe) activa através da qual possamos partilhar e inter ajudarmo-nos nos mais variados aspectos, pois para grandes males, grandes remédios.
.Abraço, carlao.
carlao
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